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SNWMF 2009
Escrito por Guno Santos   
06-07-2009
Sierra Nevada World Music Festival 2009

Sierra Nevada World Music Festival 2009

Rolou nos últimos dias 19, 20 e 21 de junho, na cidade de Boonville, no norte do estado da Califórnia (EUA), o maior festival de roots reggae da atualidade, o 16° anual "Sierra Nevada World Music Festival".

A equipe rasta esteve presente e traz pra você a cobertura completa e exclusiva deste mega-evento de celebração do reggae roots e da paz mundial.


O woodstock do reggae. Assim poderíamos definir de forma simples o que atualmente é tido como o maior festival de roots reggae da atualidade, o Sierra Nevada World Music Festival.

Completando sua 16ª edição neste ano de 2009, o festival teve uma de suas mais memoráveis edições de toda a história, com um dos line-ups mais expressivos desde sua criação em 1994.

Palco Principal - Sierra Nevada World Music Festival 2009
Entre os principais nomes: Ras Midas, Ras Michael, The Itals, The Abyssinians, Heptones, Sly & Robbie, Michael Rose e Junior Reid, entre muitos outros.

Foram 3 dias de muito reggae roots clássico, dancehall, conscious ragga, new roots e músicas e danças tradicionais africanas, e principalmente muita paz e harmonia entre todas as mais de 10.000 pessoas que circularam pela área do festival durante o fim de semana do evento.

Confira abaixo a cobertura completa e exclusiva do festival "Sierra Nevada" feita pelo portal Rasta.com.br

:: Sexta-Feira - 19/06 - 1° Dia de Festival ::
:: Sábado - 20/06 - 2° Dia de Festival ::
:: Domingo - 21/06 - 3° Dia de Festival ::


:: Sexta-Feira - 19/06 - 1° Dia de Festival - Matéria Completa ::

O festival Sierra Nevada é uma celebração da paz mundial e da entrada do solstício de verão no hemisfério norte, por isso tradicionalmente ocorre no último fim de semana da primavera ou primeiro fim de semana do verão.

Na sexta-feira, primeiro dia de festival, os portões foram abertos ao público às 5 horas da tarde, e logo por volta das 7 horas ja teve início o primeiro show no palco secundário, conhecido como village stage.

Aos poucos, o público foi tomando conta da bela área verde cercada de árvores onde ficava o village stage, e quem chegou cedo não se arrependeu e pode curtir um dos melhores shows de todo o festival, com a consistente apresentação do vocalista Ras Midas.
Ras Midas
Ras Midas

Ras Midas
Ras Midas

Simpático e bem articulado, Ras Midas cativou o público presente cantando clássicos de seus álbuns Rastaman In Exile, Stand Up Wise Up e Confirmation. Intercalando muitas pedras e discursos contundentes, seu show no Sierra Nevada deste ano sem dúvida ainda vai dar muito o que falar.

O Sierra Nevada é conhecido por trazer muitos artistas que normalmente não fazem mais turnês, e sem dúvida Ras Midas foi uma das gratas surpresas deste ano.

Os destaques do show de Ras Midas ficaram por conta das faixas "Trouble Town", "European Common Market", "Blood In The Sky", e um dos seus maiores clássicos "Kude A Bamba".

Em seguida foi a vez de Bushman subir ao palco e contagiar o publico com a sua energia, seu new roots compromissado, e sua voz doce e penetrante. A esta altura, a noite começava a cair, e a área do palco secundário já estava completamente tomada.

Acompanhado da sua banda Detour Posse, Bushman fez um show pra lá de agitado, botando a galera pra dançar. Destaque para as faixas "Higher", "Lighthouse" e também para "Fire Pon A Weak Heart", que literalmente incendiou a galera já no encerramento do seu show.

Após a apresentação de Bushman, foi a vez de Ras Michael subir ao palco, pouco antes das 22 horas, para encerrar a noite de apresentações no palco secundário.

Como de costume, o show de Ras Michael foi marcado pela seriedade com que os músicos interpretavam os maiores clássicos de sua extensa carreira, transformando a performance do músico jamaicano e de sua banda Sons Of Negus num verdadeiro ritual de adoração e louvores à Jah.

Entre os maiores clássicos do Nyahbinghi de Ras Michael, não poderiam faltar as tradicionais "Fly Away", "Rastaman Chant", "Holy Father" e "None A Jah Jah Children".

Antes de ir embora, Ras Michael fez questão de dizer que estava ali não somente para cantar e entreter, mas sim para ensinar e passar uma mensagem aos presentes.

Ras Michael & Sons Of Negus
Ras Michael & Sons Of Negus
A sua música é séria, e ele toca não pelo dinheiro ou pela fama, mas pura e simplesmente para transmitir os seus ideais. Um verdadeiro Rastafári convicto que mantém a mesma postura ao longo de mais de 40 anos de carreira.
Jah Shaka
Jah Shaka

Já era perto da meia-noite, quando o show de Ras Michael se encerrou, e o ginásio onde rolava a sessão In The Dancehall começou a bombar para a apresentação do grande Jah Shaka.

Como de costume em suas apresentações, a sessão de Jah Shaka foi recheada de muito roots, steppers, dub e versões dubplates exclusivas. Jah Shaka ia apresentando ao público invariavelmente duas, três e até mesmo quatro versões diferentes no mesmo riddim.

E ainda por cima, em praticamente todas as versões dub que Jah Shaka colocava pra rodar, ele pegava o microfone e mandava ver no dancehall no melhor estilo MC.

Uma apresentação memorável de uma das maiores lendas do Sound System, que fez a pista ferver até depois das 2 horas da manhã.



:: Sábado - 20/06 - 2° Dia de Festival - Matéria Completa ::

O sábado prometia ser longo e inesquecível, tamanha a quantidade de shows expressivos em ambos os palcos.

Logo às 11 horas da manhã a dupla Michigan & Smiley abriu o dia de shows no Village Stage, e o público que aos poucos foi chegando pode conferir clássicos como "Diseases" e "Step By Step".

Em seguida, pouco antes das 13 horas foi a vez do dia de shows no palco principal ser iniciado. E a primeira banda a se apresentar no Valley Stage foi ninguém menos que o trio vocal The Itals, formado pelos vocalistas Keith Porter, Ronnie Davis e David Isaacs.
Keith Porter (The Itals)
Keith Porter (The Itals)
Ronnie Davis (The Itals)
Ronnie Davis (The Itals)

As vozes de Keith Porter e Ronnie Davis continuam afiadíssimas, e ambos alternaram o microfone principal cantando inúmeros clássicos dos álbuns Cool and Dread, Brutal Out Deh, e também faixas do seu mais recente lançamento, o excelente álbum Let Them Talk.

Em uma apresentação marcante de cerca de uma hora e meia, o público cantou em coro os inúmeros hits da banda como "Brutal Out Deh", "Herbs Pirate", "Run Baldhead Run", "Truth Must Reveal", "Don't Wake The Lion", "Jah Glory", e ainda a excelente faixa-título do novo CD "Let Them Talk", entre muitas outras.

Um dos momentos de maior destaque do excelente show dos Itals foi quando Ronnie Davis assumiu o vocal principal e junto com Keith Porter eles cantaram o clássico do grupo vocal The Tennors (formado originalmente por Ronnie Davis e Lloyd Ricketts), "The Whole World Is A Stage".

É claro que o show dos Itals não poderia ser encerrado sem o maior clássico de toda a carreira da banda. O trio voltou ao palco para o bis sendo ovacionado pelo público, que cantou em coro "Inna Dis Ya Time" para fechar a apresentação do grupo com chave de ouro.

Eram somente 2 horas da tarde, o sol começava a castigar o público em frente ao palco. E o dia de shows ainda estava apenas começando.

Mas, para muitos ali presentes, talvez este fosse o momento mais aguardado de todo o fim de semana. A multidão aumentava cada vez mais, e tomava conta de um espaço maior. Chegava a vez dos Abyssinians subirem ao palco do valley stage.

Quando Bernard Collins, Lynford Manning e Donald Manning subiram ao palco, o público presente foi ao delírio.

O trio vocal responsável por dois dos maiores hinos da história do reggae, são muito respeitados e admirados pela seriedade, simplicidade e espiritualidade do seu trabalho.

Bernard Collins (The Abyssinians)
Bernard Collins (Abyssinians)
Donald Manning (The Abyssinians)
Donald Manning (The Abyssinians)

E, como de costume, o show dos Abyssinians foi memorável. O trio vocal subiu ao palco e abriu sua apresentação com as faixas "Let My Days Be Long" e "Meditation", duas pedras do álbum Arise.

Somente através desta introdução, já percebemos que o show seria daqueles em que o nível se mantém altíssimo durante toda apresentação.

E é realmente isso o que acontece quando os Abyssinians começam a entoar os clássicos do antológico álbum Satta Masagana.

Faixas como "Good Lord", "Yim Mas Gan", "African Race", "Know Jah Today" e "I n' I" foram todas cantadas em coro pelo público.

A profunda espiritualidade das músicas e o carisma e a entrega de Bernard Collins, Lynford Manning e Donald Manning no palco criam uma certa áurea mística em torno do show dos Abyssinians.

É como se o trio vocal tivesse o poder de hipnotizar a platéia diante deles. E, de certa forma, é o que acontece quando chega a hora de executar os dois maiores clássicos da banda: "Declaration Of Rights", e o grande encerramento com "Satta Masagana".

Em "Satta Masagana", Bernard Collins interrompe a introdução, para simplesmente dizer: "Esta eles chamam de 'O Hino'". E em seguida, o que se vê é absolutamente todas as pessoas a sua volta cantarem em alto e bom som... "There is a land... far far away..."

"Satta Masagana" foi executada em uma versão extendida de mais de 10 minutos. Primeiro na sua versão original com Bernard Collins. Em seguida, Lynford Manning assume o vocal antecedendo a versão nyahbinghi, onde os três vocalistas assumem os atabaques, congas e bongôs, e encerram a apresentação com um show na percussão, deixando o público em êxtase total.

Todos ainda estavam anestesiados com o show recém visto quando a vocalista da nova geração Etana subiu ao palco, acompanhada dos músicos dos Abyssinians.

Etana conquistou o público com seu charme, cantando muitos clássicos do reggae roots interpretado por vocalistas femininas, e também músicas próprias com excelente conteúdo. Mais uma grata surpresa do festival.

Em seguida, por volta das 5 da tarde foi a vez de mais um clássico trio vocal jamaicano: The Heptones.

Mais um show inesquecível, recheado com inúmeros dos maiores clássicos da história da música jamaicana. Leroy Sibbles está em plena forma, e com muita presença de palco e carisma, e com sua voz inconfundível ainda intacta, ele dominou o show e soube levantar o público como poucos.

Barry Llewellyn, parceiro de longa data de Leroy Sibbles, também assumiu o vocal principal e ambos até mesmo compartilharam os versos de algumas músicas, como em "I Shall Be Released".

Leroy "Heptones" Sibbles
Leroy 'Heptones' Sibbles

Dean Fraser e Tarrus Riley
Dean Fraser e Tarrus Riley

E é claro que não faltaram todos os principais clássicos da banda como "Love Won't Come Easy", "Black On Black", "Mama Say", "I've Got The Handle" e "Cool Rasta", entre outros.

Foram quase duas horas de uma sólida apresentação dos Heptones com Leroy Sibbles inspiradíssimo. Mais um trio vocal histórico na conta do festival.

Após o show dos Heptones, foi a vez do grande talento da nova geração jamaicana Tarrus Riley subir ao palco, acompanhado do grande saxofonista Dean Fraser.

E Tarrus Riley fez mais um show empolgante, marcado por sua constante interação com o público. Em determinado momento do show ele e Dean Fraser fizeram uma espécie de "duelo", com Tarrus cantando um verso, e Dean Fraser "imitando" o mesmo verso em seu sax.

Tarrus levantou a galera em frente ao palco principal cantando clássicos de seu primeiro álbum Challenges, e do mais recente lançamento intitulado Parables. O público cantou em coro os versos de seu mais recente hit, "She's Royal".

Com um show recheado de riddims conhecidos como "Three Blind Mice" de Max Romeo e "Coming From The Cold" de Bob Marley, e uma apresentação impecável de Dean Fraser e sua banda, Tarrus Riley saiu do palco ovacionado após cantar por cerca de uma hora e meia.

Ja eram cerca de 8 e meia da noite, mas na verdade o sol ainda começava a se pôr, e o melhor da noite ainda estava por vir.

Era chegada a hora dos grandes "gêmeos do ritmo", a lendária dupla Sly & Robbie. A dupla subiu ao palco do valley stage acompanhado de renomados músicos jamaicanos como o tecladista Robbie Lyn e o guitarrista Dalton Browne, e o grande produtor "Stepper" na percussão e no trompete.

A dupla abriu o show com "Rockfort Rock", e seguiu com inúmeros outros clássicos riddims como "Revolution" e "World A Music".

Um dos pontos marcantes foi quando Robbie assumiu o vocal e, segurando o microfone com uma mão e tocando o baixo somente com a outra, cantou os versos de "No No No", entoados em coro pelo público.

Sly & Robbie
Sly & Robbie
Ao vê-los tocarem os principais riddims clássicos do reggae, percebe-se a diferença do porquê hoje em dia Sly & Robbie são verdadeiros superstars da música, requisitados por inúmeros artistas do mundo todo, de diferentes gêneros musicais.

Após cerca de 40 minutos de show da dupla, a vocalista Cherine Anderson subiu ao palco para acompanhar a banda, ao som de "Redemption Song".

A vocalista conhecida como a "Rainha do Dancehall Soul" acompanhou a banda por mais cerca de uma hora até o encerramento do show, e juntos eles tocaram inúmeros clássicos do reggae, especialmente versões de Bob Marley, e o grande hit de Cherine Anderson, "Kingston State Of Mind".
Michael Rose
Michael Rose

Já eram quase 11 horas da noite quando a principal atração do sábado subiu ao palco principal do Sierra Nevada: Michael Rose.

Após um dia inteiro de shows, o cansaço era evidente e o frio aumentava cada vez mais a medida que a noite ia adentrando a madrugada.

Mas nada disso impediu a multidão presente de curtir cada minuto da incrível e memorável apresentação de Michael Rose, que devido a problemas com o governo americano, não se apresentava no país há mais de 8 anos.

E talvez este tenha sido um dos motivos pelos quais Michael Rose se empenhou tanto em fazer um show perfeito. E assim o fez.

A excelente banda que o acompanhou começa a entoar as notas de "Shine Eye Gal", e Michael Rose sobe ao palco ovacionado pelo público.

E o que se viu na meia hora seguinte foi um show exclusivamente do mais puro Black Uhuru dos anos 80.

Depois de "Shine Eye Gal", vieram "Plastic Smile", "General Penitentiary", "Abortion", "Bull In The Pen", "Sensimilla" e "Party Next Door" em uma sequência inacreditável, atordoando a todos os presentes no local.

O show seguiu com Michael Rose tocando algumas músicas de sua carreira solo, e intercalando com músicas do Black Uhuru como "Puff She Puff" e "Spongie Reggae", até finalizar a sua apresentação de mais de 2 horas com o grande clássico "Guess Who's Coming To Dinner".

A esta altura da madrugada, após um dia inteiro de shows, e depois de mais de 12 horas em pé e circulando pela área do festival, o corpo está exausto.

Mas depois de curtir tantos shows de verdadeiras lendas do reggae, e após um encerramento deste nível, todo o cansaço desaparece e o que fica é um verdadeiro e enorme sorriso no rosto por ter presenciado um dia histórico, provavelmente o melhor dia de toda a história do festival Sierra Nevada.



:: Domingo - 21/06 - 3° Dia de Festival - Matéria Completa ::

Junior Reid
Junior Reid

O domingo, terceiro e último dia de festival, também foi recheado de atrações.

Entre os principais destaques, tivemos no palco principal a apresentação da banda inglesa Easy Star All-Stars, por volta das 3 horas da tarde.

Na sequência, pouco depois das 4 e meia da tarde foi a vez de Junior Reid, mais um consagrado vocalista jamaicano, subir ao palco.

O show de Junior Reid também foi recheado de grandes hits da extensa carreira do cantor. Ele alternou entre clássicos da década de 80 e lançamentos mais recentes que também levantaram o público.

Músicas como "Please Officer", "Chanting", "Original Foreign Mind", "Row Your Boat" e "Jail House" levaram todos os puristas fãs do bom reggae roots ao delírio.

Como de costume em suas apresentações, Junior Reid levantou a galera ao homenagear o seu grande amigo de juventude Hugh Mundell, interpretando a faixa "Great Tribulation".

O show durou cerca de uma hora e meia e ao final já se começava a sentir aquele gostinho de despedida do festival, e a sensação de que poderia estar tudo começando novamente. Mas infelizmente não, o festival estava chegando ao seu final.

Anthony B subiu ao palco logo após a apresentação de Junior Reid, por volta das 6 e meia da tarde, e contagiou a multidão que ainda persistia em frente ao palco com o seu conscious ragga.

Entre inúmeros de seus hits, Anthony B foi mais um que resolveu interpretar a clássica "Revolution" de Dennis Brown, para logo em seguida encerrar o seu show sendo muito aplaudido pelo público.

O show de encerramento do festival ficou por conta do nigeriano King Sunny Adé e a sua banda His African Beats, um show recheado de cores, danças e tambores tradicionais africanos, já ao cair da noite.

Era chegada a hora de arrumar as malas, levantar acampamento, e levar consigo as lembranças de um dos festivais mais memoráveis da história do Sierra Nevada.

King Sunny Adé & His African Beats
King Sunny Adé

Além dos inúmeros shows inesquecíveis nos diferentes palcos, o festival ainda teve uma infinidade de outras atrações rolando em diversos lugares, como danças e oficinas de percussão, tendas com vendas de produtos relacionados ao festival e ao reggae, e ainda um corredor com inúmeras bancas com comidas típicas de todos os lugares do mundo que você possa imaginar.

Com certeza, mais do que uma celebração mundial em torno da música e da paz, mais do que um festival recheado de reggae roots, o Sierra Nevada é uma verdadeira experiência de vida para todos aqueles que tem a oportunidade de vivenciar a mistura de muitas culturas, raças e nacionalidades diferentes, dividindo o mesmo espaço em perfeita harmonia e integração uns com os outros, e com o ambiente ao seu redor.

Espero ter trazido um pouco das boas vibrações emanadas deste festival até você, e se Jah permitir ano que vem estaremos novamente fazendo a cobertura de mais um Sierra Nevada World Music Festival.


Texto por Guno Santos

Fotos por Guilherme Manara



:: Sexta-Feira - 19/06 - 1° Dia de Festival - Fotos ::

Ras Midas
Ras Midas
Ras Midas
Ras Midas

Ras Michael & Sons Of Negus
Jah Shaka
Ras Michael
Jah Shaka


:: Sábado - 20/06 - 2° Dia de Festival - Fotos ::

David Isaacs e Ronnie Davis (The Itals)
David Isaacs e Ronnie Davis do The Itals

Bernard Collins (The Abyssinians)
Lynford Manning (The Abyssinians)
Bernard Collins (Abyssinians)
Lynford Manning (Abyssinians)

Leroy "Heptones" Sibbles
Dean Fraser
Leroy "Heptones" Sibbles
Dean Fraser

Sly Dunbar
Michael Rose
Sly Dunbar
Michael Rose


:: Domingo - 21/06 - 3° Dia de Festival - Fotos ::

Junior Reid
Junior Reid
Junior Reid
Junior Reid

King Sunny Adé & His African Beats
King Sunny Adé & His African Beats

 

- Clique aqui para ver mais fotos do Sierra Nevada 2009 - Fotos por Sista Irie -

 

Atualizado em ( 22-12-2009 )
 

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